Volta logo Boechat, não dá prá aguentar mais esse Boris, a cada reportagem sobre a guerra da Polícia do Rio contra o tráfico de drogas, rosnar com cara de buldogue: "Tá tudo dominado!!!".
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O Procurador Marinus Marsico ingressou nesta terça (31 de Março) junto ao Tribunal de Contas da União com uma representação para que Luciana Cardoso, filha do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, lotada no gabinete do senador Heráclito Fortes do DEM do Piauí, devolva os salários que usurpou do povo brasileiro sem nunca haver prestado um único dia de trabalho ao Senado.
Segundo o site Congresso em Foco, além da filha de FHC, o procurador denunciou a diretora de Comunicação do Senado, Elga Maria Teixeira Lopes, e os servidores que receberam horas extras em pleno recesso da Casa.
''Os três casos envolvem funcionários do Senado que receberam e não ofereceram serviços para a Casa
O caso da filha de FHC já havia sido levado a público pelo jornal Folha de S.Paulo para quem Luciana Cardoso declarou não trabalhar porque a Casa “é uma bagunça”. Embora esteja lotada no gabinete do senador do DEM, ela não aparece para trabalhar.
Na condição de 1º secretário do Senado, Heráclito Fortes é responsável pela parte administrativa da Casa. Diante das inúmeras denúncias na área, ele já anunciou diversas iniciativas “moralizadoras”, mas no caso da filha do aliado político preferiu não se pronunciar.
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Dom José Cardoso Sobrinho.
O especialista em porcaria, sai da sombra e expõe a cara.
Para nascer, Maternidade Marly Sarney; Para morar, escolha uma das vilas: Sarney, Sarney Filho, Kiola Sarney ou Roseana Sarney; para estudar, há as seguintes opções de escolas: Sarney Neto, Roseana Sarney, Fernando Sarney, Marly Sarney e José Sarney; para pesquisar, apanhe um táxi no Posto de Saúde Marly Sarney e vá até a Biblioteca José Sarney, que fica na maior universidade particular do Estado do Maranhão, que o povo jura que pertence a um tal de José Sarney; para inteirar-se das notícias, leia o jornal O Estado do Maranhão, ou ligue a TV na TV Mirante, ou, se preferir ouvir rádio, sintonize as Rádios Mirante AM e FM, todas do tal José Sarney. Se estiver no interior do Estado ligue para uma das 35 emissoras de rádio ou 13 repetidoras da TV Mirante, todas do mesmo proprietário; para saber sobre as contas públicas, vá ao Tribunal de Contas Roseana Murad Sarney (recém batizado com esse nome, coisa proibida pela Constituição, lei que no Estado do Maranhão não tem nenhum valor); para entrar ou sair da cidade, atravesse a Ponte José Sarney, pegue a Avenida José Sarney e vá até a Rodoviária Kiola Sarney. Lá, se quiser, pegue um ônibus caindo aos pedaços, viaje algumas horas pelas “maravilhosas” rodovias maranhenses e aporte no município José Sarney. Não gostou de nada disso? Então quer reclamar? Vá, então, ao Fórum José Sarney, procure a Sala de Imprensa Marly Sarney, informe-se e dirija-se à Sala de Defensoria Pública Kiola Sarney. Pois é! Tudo isso lá mesmo, no Maranhão.
Mesmo fora do governo, o sobrenome Sarney simboliza o poder no Estado. Deputado federal, quatro vezes senador, governador (1966-71) e Presidente da República por obra do “divino espírito santo”, José Sarney foi decisivo na eleição de todos os governadores que o sucederam, inclusive sua filha Roseana, que foi governadora de
O governador e os três principais adversários de Roseana nestas últimas eleições, disseram que os Sarney dominam ainda o Tribunal de Contas do Estado, o Tribunal de Justiça, os cargos federais e, sobretudo, a mídia.
A família Sarney é proprietária da principal rede de TV - TV Mirante, afiliada da Globo - do principal jornal -O Estado do Maranhão - e da principal rede de rádios, a Mirante. A segunda maior emissora também é “deles”: a Rádio Difusora, afiliada do SBT é da família do senador Edison Lobão (DEM), amigo, cúmplice e coordenador da fracassada campanha de Roseana ao governo do estado. A Band local é de outro aliado, o ex-presidente da Assembléia Manoel Ribeiro. Há ainda o jornal "Veja Agora",
Roseana é acusada de usar o programa Luz Para Todos, do governo federal, para favorecer prefeituras. O programa era administrado pelo Ministério de Minas e Energia, cujo titular à época, Silas Rondeau, foi indicado por José Sarney e depois afastado por conta de denúncias graves.
A retirada de Silas trouxe outro Sarneysista para o Ministério das Minas e Energia, o obscuro senador Edson Lobão que, ao assumir, abriu vaga para seu “prendado” filho Edinho Lobão. Prestigiada pela cúpula do PMDB, a posse do ministro no Planalto e no ministério, foi marcada pela ausência da "República do Maranhão". Não estiveram presentes os integrantes da família Sarney, patrocinadora de sua indicação para o cargo, e muito menos a família Lobão. Além do senador José Sarney (PMDB-AP), a ausência mais notada foi a do seu filho e suplente, alvo de uma enxurrada de denúncias. A ausência de Sarney e dos filhos, da senadora Roseana e do deputado Zequinha foi motivada pela cautela: Sarney não quis ser apontado como o avalista da indicação de Lobão e tentou evitar o constrangimento de falar sobre a investigação que envolve o filho, o empresário Fernando Sarney. O outro filho de Sarney – Zeca - é suspeito de financiamento ilegal de campanha de Roseana Sarney no Maranhão para o governo do Maranhão em 2006, além de ligações com doleiros e envios de remessas ilegais de dinheiro para fora do País, havendo provas de conversas do filho de Sarney com doleiros procurados pela Justiça, além de uma alta e atípica movimentação nas contas da família ter sido detectada em meio às investigações.
Em seus 42 anos de governo no Maranhão, a família Sarney acumula uma série de denúncias. A mais grave delas tornou- se conhecida em 2005, quando o Ministério Público Federal (MPF) entrou com uma ação na Justiça para devolver ao patrimônio do Estado um dos imóveis mais valiosos do centro histórico de São Luís, o Convento das Mercês.
O prédio, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), foi doado em 1990 pelo governo de Epitácio Cafeteira (PRR-MA) para a fundação de propriedade do então senador José Sarney (PMDB-AP).
No setor imobiliário, os Sarney também são um sucesso.
No Maranhão, numa hipérbole jocosa, costuma-se dizer que os Sarney só não são donos do mar.
Esse trambiqueiro agora resolveu se render à sua sede de poder e assumiu sua candidatura à presidência do senado. O senador Tião Viana, por sua vez, manteve sua candidatura e embolou o meio do campo a partir de quando recebeu o apoio do PSDB, armando uma emboscada difícil de se desvencilhar. Aguardemos...
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"Isto não é um absurdo?!..."
Claro que o absurdo é o tamanho do Grampo e a pretensa candidatura (que por sinal, teria Garotinho como candidato a vice), e não a história
O jeito foi unir-se a outros inconformados com as atuações desses órgãos e partir para o ataque. De braços dados com outros ministros do STF, atravessou o canteiro central do eixo monumental que separa o Supremo, do Palácio do Planalto, e adentrou o Gabinete Presidencial para, enrubescido, queixar-se ao presidente de que fora vítima de um brutal grampo, e que isso só podia ser coisa dos agentes da ABIM, dada a sutileza com que colocaram o bruto no interior do seu recinto. E que só veio mesmo saber que o dito estava lá, depois do assunto ser comentado numa revista semanal, levando essa vergonha ao conhecimento de todos.
Órgãos como a Polícia Federal e o Ministério Público – entre outros – têm tirado o sono de quase todos os parlamentares deste país, principalmente no Congresso Nacional, onde a concentração de parlamentares delinqüentes é a maior do planeta.
A primeira suspeita não poderia nunca cair sobre a ABIM e a Polícia Federal, principalmente pelo fato da denúncia haver sido feita pela revista semanal que mais vergonha causa ao jornalismo nacional que é a VEJA.
Parece-me que tudo foi uma grande armação. O diálogo divulgado (grampeado) entre Gilmar Mendes e Demóstenes Torres é de uma leveza tal, que caracteriza muito bem, no meu entender, a ausência da mão da ABIM ou da Polícia Federal.
Tarso Genro - Ministro da Justiça - reconheceu a possibilidade de os grampos nos telefones de Mendes terem sido feitos no rastro da Operação Satiagraha, que em julho acertou em cheio o sócio-fundador do Grupo Opportunity, Daniel Dantas, preso duas vezes. "É uma linha de investigação não excluída", disse, ao responder a uma pergunta sobre a possível conexão entre os fatos. "Pode ser alguém que tenha ou teve vínculos com a Abin e que não necessariamente tenha agido a mando da direção."
Gilmar Mendes só vai sossegar quando tiver uma Polícia Federal castrada, sem colocar algemas em granfinos nem assenta-los sobre as próprias mão algemadas em camburões como faz com os outros brasileiros, e sem autonomia para investigar os bandidos que superlotam a Câmara e o Senado Federal; um Ministério Público que lhe renda homenagens, e juizes de instâncias inferiores assustados com o estrebuchar do abusado presidente do STF.
Aguardemos...
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Para Daniel Dantas e sua quadrilha:
Capa da Veja por ocasião da renúncia de Fidel Castro.
Trecho da reportagem de capa da revista Veja sobre a renúncia de Fidel:
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"O ditador entrega o comando direto do país ao irmão, abre caminho para mudanças, mas fica ainda como um fantasma assombrando o povo e preservando sua tenebrosa herança.
O que será de Cuba depois que Fidel for se encontrar com Marx no céu dos comunistas? O regime cubano, da forma como nós o conhecemos, não pode sobreviver a seu criador. No dia seguinte ao funeral do "comandante-en-jefe", tudo parecerá no mesmo lugar – o Partido Comunista, a polícia política, os ministérios, a camarilha dirigente –, mas essa estrutura terá a consistência de um painel cenográfico."
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Reprodução do E-mail acima, endereçado à seção de Cartas, da Revista Veja:Ontem, numa fila de supermercado, ao observar a capa da edição 2049 dessa revista, obtive a resposta à pergunta que sequer nunca havia me feito: "Porque deixei de ser assinante de Veja".
O "Já Vai Tarde" sobre a silhueta de Fidel Castro, sugere até um plágio de um texto meu sobre a morte do ditador chileno Augusto Pinochet, enquanto a Veja, na edição de 20.12.2006, publicava: "O golpe de 1973 foi um produto da Guerra Fria. A CIA, o serviço secreto americano, que tinha tramado para impedir a posse de Allende em 1970, recebeu carta-branca e verbas para ajudar a organizar e financiar o golpe." Por que criar um fosso tão grande entre ditaduras de direita e de esquerda? Por que Fidel incomoda tanto essa revista e Pinochet não?
Rodolfo Vasconcellos
Capa da Veja por ocasião da morte de Augusto Pinnochet.Trecho extraído do texto publicado pela revista Veja sobre a morte do sanguinário ditador chileno Augusto Pinochet, fato que não mereceu sequer uma chamada de capa como se pode ver na foto imediatamente acima:
“Existe a crença de que sem a ditadura não teria sido possível atingir um bom desempenho econômico. Reformas liberais similares promovidas por Margaret Thatcher na Inglaterra resultaram em desenvolvimento econômico acelerado sem arranhar minimamente a democracia. Por outro lado, modelos econômicos ultrapassados não dão certo mesmo quando garantidos por regimes de força. De outra forma, a ditadura cubana teria criado um país próspero, e não um dos mais pobres da América Latina.”
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Nas duas edições seguintes procurei na seção de cartas a publicação da minha correspondência e, não só não encontrei a minha como não encontrei uma única criticando a postura fascista da revista. Apenas uma dezena de cartas foi publicada, todas apoiando o “Conselho Ditatorial” da revista.
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Vinde a nós pecadores, pois aqui todos entendemos muito disso..
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Dentre todas as personagens, lugares e situações citadas neste texto de autoria desconhecida, apenas uma existe realmente para o nosso pavor, apesar de todos os seus disfarces: O Senador.
A agonia de um criminoso.
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